O que há de novo nas redes sociais?


Depois de um período de férias coletivas, retomamos nossa rotina de posts no blog. E o primeiro não poderia deixar de ser sobre as novidades das redes sociais, novas possibilidades para social media.

A área do digital é muito rápida e todo dia surgem novidades. Vamos listar algumas das novas redes que podem “pegar” em 2012:

  • Stumbleupon rede social para compartilhamento de fotos, vídeos, links e o que mais a pessoa gostar. É possível você criar uma rede com conhecidos ou pessoas que busquem os mesmos assuntos que vocês.  Os stumble são de temas variados.
  • Pinterest – tem sido citado como o novo queridinho das redes, sua função é como o Stumbleupon, você escolhe e “coloca um pin” nas imagens e vídeos que gosta e compartilha com sua rede ou cria uma rede a partir do que compartilha.
  • Path – Editor de fotos similar ao Instagram (exclusivo para iPhone/iPad por enquanto) que permite criar uma rede com 50 pessoas.
  • Listimonkey – um google alerta para listas de twitter. Com ele você pode filtrar a sua busca e os alertas vem por email.
  • Bondfire Um aplicativo que permite transformar o twitter em chat
  • Circleme – Através dessa rede você pode indicar locais, livros, bandas e o que mais gosta, criando uma rede com pessoas de gosto parecido com o seu.
  • Brizzly – Um leitor que busca no Twitter e Facebook assuntos que são do seu interesse e mais comentados do momento.
  • Twitt(ur)ly – (site  em atualização) ele faz tracking das urls mais populares do Twitter e faz um ranking por usuários.
  • Visibli – plataforma grátis para pessoas e pagas para empresas, ela faz uma análise da atuação da marca nas redes sociais.É um gerenciador da marca nas redes.
  • Reppler – gerencia sua presença nas redes sociais, mostra como você é percebido nas redes, ajuda a construir um network . Você pode assinar logado com o seu Facebook.
  • Crowdbooster – ele analisa sua atuação no twitter, quantos RT, menções, crescimento, quem mais lhe retweetou e envia a análise no seu email. Você pode convidar amigos para criar uma conta.Por enquanto é isso, pessoal. A Chilli 360 sempre está atenta e compartilha as descobertas com você. Fique de olho nas nossas redes sociais: twitter, fan page e o blog.

Foco em negócios

No último final de semana estivemos no Techinter2011, a 1ª Conferência sobre Carreira, Mercado de Trabalho e Novas Oportunidades em Tecnologia de Informação, em Bauru- SP. O evento foi organizado pela Legaltech Consultoria e Treinamento Ltda.

Em dois dias, vimos palestras de empresas como IBM, Microsoft, TOTVs, Locaweb, Citibank, Arca Solutions, e universidades UNICAMP, UNIVEM, Metodista, FATEC e sites de vaga como Emprega TI e de crowdsourcing como We Do Logos, entre outras. Os assuntos eram direcionados para estudantes e profissionais de TI.

Engana-se quem pensa que as palestras ficaram só no “techiniquês”. A maioria da palestras falou em TI como modelo de negócios. Análise swot, atitudes sustentáveis, advergames, mobile, planejamento, dicas de carreira, crowdsourcing, inovação e mídias sociais foram palavras do universo da comunicação digital que estavam na boca de todos os palestrantes.

Hoje em dia, todas as áreas precisam focar em negócios, resultados. O sucesso no mundo dos negócios é o “velocino de ouro” para os “jasões”  do mercado. Não importa sua formação, é preciso entender de comunicação, planejamento e resultado.

O interessante para nós da Chilli Comunicação participarmos de eventos diferentes da nossa área, é a chance contínua de novos aprendizados, novos olhares e o network que se constrói. O único senão é que sentimos falta de uma palestra de comunicação de marca. De resto, parabéns Techinter e organizadores. O evento teve muito foco em negócios.

Por que sua comunicação não evolui?

Em pleno século XXI com toda a transformação que a tecnologia fez na comunicação, ainda vemos empresas  se comunicando como no século passado. Por quê?

Por várias razões… desconhecimento é uma delas, mas a principal é medo. Medo de usar a nova tecnologia e presenciar que não tem mais o domínio do que se é falado da sua marca.

O seu consumidor mudou, a forma de negociar mudou e por que sua comunicação não muda? Não se trata de abandonar mídias tradicionais, mas saber que as novas mídias podem e devem ser utilizadas a favor de sua marca.

A comunicação digital permite um diálogo na base do one-to-one com seu consumidor. E ele está ansioso por compartilhar o que pensa e  o que deseja da sua marca. Basta querer ouví-lo e ter interesse  em criar e manter diálogos.

Se sua empresa não está preparada, procure uma agência. É papel das agências estarem atualizadas e praticarem as novas formas de comunicação. O comunicador deste século tem a obrigação de manter-se constantemente atualizado e em compasso com as necessidades do mercado.

Por isso nada de perfil ao invés de fanpage no Facebook, tweets que não sejam informativos e com bom conteúdo, escrever em letras maiúsculas e usar tom pessoal quando se faz comunicação corporativa. Em tempo, as mídias digitais devem ter uso estratégico. É preciso analisar o target e objetivo mercadológico antes de criar uma conta nas redes sociais. #ficaadica

A nova comunicação

Na verdade, já nem tão nova, a nova comunicação une o on e off e torna quase impossível a empresa não ter um planejamento integrado.

O que temos visto é a resistência às mídias sociais ir diminuindo aos poucos. Mídias sociais não é a resposta para todos os problemas de comunicação e nem todo produto está para todas as redes sociais. Como saber disso? Fazendo um bom planejamento com análise de cenário, público alvo, objetivos e metas. Não basta simplesmente criar um perfil nas redes sociais. Precisa ter pré definido qual seu objetivo de estar nela.

Nós, marcas e empresas, temos que aproveitar este momento em que o usuário está pré disposto a falar sobre nós para sua rede. Acompanhar e monitorar o que é dito também é muito importante, uma vez que pode se prevenir crises como  pelemania da Arezzo.

Toda comunicação corporativa deve ser estratégica, portanto, sua atuação nas mídias sociais, também. A diferença principal entre as mídias sociais e a tradicional é que as mídias sociais possuem ferramentas de gerenciamento que permitem mostrar estatisticamente o quanto e como falam de sua marca.

Sua empresa ou sua agência estão de olho na nova comunicação? Nós da Chilli Comunicação, estamos.

Pratique o ouvir

Temos visto nas redes sociais as marcas e empresas virem com sede total de aparecer, de mostrar seus produtos e serviços. Mas será que é isso que seu cliente quer?

Não há por boa parte das empresas um bom planejamento de conteúdo. O seeding é parte importante do trabalho nas redes sociais. Eu diria que é o trabalho inicial. A empresa surge nas redes com bom conteúdo e pratica inicialmente o diálogo. Ela ouve e conversa com seu clinte.

Se a estratégia da marca/produto for simplesmente aparecer, fazer promoção vira propaganda digital. As redes, as mídias sociais estão ali primeiramente para que se crie relacionamento através de conversações. Promoção não fideliza, promoção deve ser algo que gratifique o seu seguidor ou curtidor da página no Facebook.

Um fato importante para que toda marca/produto/serviço saiba é que nessa época em que o prosumer detém o poder de como sua marca é vista e falada nas redes, nada mais inteligente do que engajá-lo de verdade.  Não há como tentar maquiar uma ação ou resultado se sua comunicação não for eficiente a ponto de provocar adesão do seu consumidor.

Hoje em dia a marca faz diálogos e não comunicação de massa. Pense nisso!

A Importância de se reposicionar e se atualizar como marca

 

Por Tchelo Pereira*

Falar que as mídias sociais estão ganhando espaço é coisa do passado. Geolocalização, páginas corporativas, comunicação fulltime, diários online, busca por referências, novos contatos, network, namoro, enfim, o mundo virtual pode ser considerado um novo território, fazendo parte inerente do nosso cotidiano. Os meios fervilham informações sobre tudo isso, e existem ainda aqueles que não aderiram a esse novo mundo. Há um tempinho,  li no M&M que “essas novas mídias” são um buraco negro na nossa comunicação, que não sabemos um fim, e não podemos confirmar.”

Bom, analisando esses novos meios e as oportunidades e posicionamento de empresas no mercado, eu discordo do comentário que li. Pode ser até que seja febre momentânea, mas pense, o ICQ era febre e evoluímos pro MSN,  evoluímos pra Orkut,  pra twitter, face, foursquare, e não para por ai. Os mais despretensiosos diriam q é evolução tecnológica e blábláblá, eu digo que é evolução econômica. Se os meios mudam a população adere ao novo como se fosse camaleões, com isso, produtos e marcas também se adequam, afinal, ninguém quer perder consumidor, pelo contrário, esses meios geram oportunidades para buscar novos públicos, inclusive o interno, público base para um posicionamento forte. Sendo assim, entro no que venho pra falar: reposicionamento das marcas.

As marcas estão se atualizando de acordo com a necessidade do consumidor. Fato! Reposicionamento? Lógico, e mais que isso, são necessidades estratégicas para não perder o consumidor e a tira-colo tentar ganhar espaços e novos consumidores. Reposicionamento de marca é elaborar estratégias, balancear aspectos emocionais, aqueles que geram necessidade no consumidor, e o racional, que são os objetivos reais, o tangível. Isso é branding.

Reposicionar uma marca, vai além de criar uma nova identidade institucional, um logotipo. Reposicionar uma marca é 100% planejamento, da criação a estratégia, da exposição online a offline. É buscar inspiração e a sensibilidade do consumidor, virtudes dos produtos, objetivos da empresa, é verificar problemas, necessidades, tomar decisões. É unificar tudo em uma linha criativa e implantá-las.

Exemplos claros e recentes de reposicionamento de marcas são muitos: O Boticário, Topper, Starbucks e até mesmo a tão comentada marca da Lupo (que gerou um post a parte), são exemplos de que necessidade de venda e adequação ao público são fatores imprescindíveis.

Ai entra uma questão particular e bairrista. Um problema que sofremos e vale lembrar. Todos falam que o mercado do interior é excelente e rico mercado para ser explorado. Realmente a palavra certa é PARA SER EXPLORADO, tipo os bandeirantes quando chegaram no Brasil: Facão, a força e impondo. O mercado aqui não tem aceitação como todos dizem, o mercado é bairrista, é duro na queda. Empresas grandiosas com pensamento pequeno que acham que o certo é a política que trabalhou há 20 anos atrás, ou, forte influência de um passado recente que não aderiu ao novo. Empresas pequenas que surgem e aceitam o novo, nem sempre possuem o investimento necessário, ou preferem empresas familiares. Ai o que você faz? Vira um camaleão e aceita ser submetido a esse tipo de mercado ou busca um novo mercado que é tão grande quanto suas idéias?

Tchelo Pereira é Diretor de Criação  e Planner na Chilli Comunicação.

Chilli Comunicação integra comunicação on e off line

Agora em fevereiro, a Chilli Comunicação se apresenta com nova roupagem.

Da identidade corporativa a própria comunicação, passando pelo novo site, novos modelos de negócios e a contratação de novos profissionais.

Sempre atenta aos movimentos da comunicação, a Chilli passa a oferecer em seu leque de serviços o planejamento de comunicação on line , encabeçado pela Relações Públicas Marcia Ceschini, especialista em gerenciamento de marketing. E as mudanças não param, houve o aperfeiçoamento e a qualificação do planejamento off line (anúncios, outdoor, impressos, …) e o aprimoramento na criação e gerenciamento de marcas (branding).

O site da agência funcionará de forma interativa, com explicação e mostras dos serviços prestados. E de olho no mercado digital, o site terá sua versão mobile para Iphone e Smartphones.

Quer saber mais da Chilli, é só entrar em nossas páginas corporativas do twitter, Facebook e Vimeo.

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