A prática do seeding

A prática de seeding nas mídias sociais, nada mais é que a constante publicação de informações sobre uma empresa, produto ou serviço nas mídias sociais.

Mas atenção, é importante praticar o seeding de maneira estratégica. Um simples desvio e o seeding pode ser encarado como spam, uma mensagem indesejável.

É preciso planejamento, como em toda boa comunicação. Na Chilli Comunicação, o planejamento agência e cliente definem:

1- qual a essência do produto ou serviço:  seus valores, missões e compromissos
2- o público: com quem iremos falar? É necessario também analisar a concorrência em sua prática (ou não de seeding)
3 – o que iremos falar? Só da empresa? Não. Levamos informações do universo do segmento de maneira que crie vincúlo com o conteúdo do cliente com seu consumidor. Cada mídia tem sua forma de se comunicar.
4 – Em quais mídias sociais? Sim, nem todos os produtos/serviços devem estar em todas as mídias sociais. Cada caso, um canal, um meio.
5 – criar diálogo e envolvimento com seu consumidor. A comunicação nas mídias sociais deve ser feita e encarada como um diálogo, uma comunicação direta com quem segue ou admira a marca/serviço.
6 – conteúdo constante. É preciso que haja conteúdo novo todos os dias para que seu consumidor crie o hábito de visitar sempre sua conta nas mídias sociais
7 – eventualmente fazer uma divulgação, ou promoção, mas de maneira sutil… de forma que seja uma recompensa ao bom diálogo criado e não um prêmio.
8 – Mensurar o resultado dessa comunicação. Como tem sido feita, quais os sentimentos que ela tem provocado: positivo, negativo, por que?
9 – Mapear a continuidade e ações futuras de comunicação digital
10 – Bom senso: sempre bom lembrar que como toda comunicação, a comunicação digital também requer, e muito, bom senso do que escrever, como responder.

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O que é product placement?

Falamos no post anterior sobre transmídia e mencionamos product placement. Mas o que é isso? A mesma coisa que merchandising? Não.

Merchandising em linhas gerais é quando a aparição do produto é focada diretamente nele, ou se fazem ações no ponto de venda para criar interesse pelo produto/serviço mostrados. Existem algumas variações de merchandising, assim como marketing:  merchandising de ideias e o merchandising editorial ou “Tie-in” que se parece com o que se denomina agora de product placement.

No product placement, o produto ou serviço é mostrado de maneira sutil, está envolvido no contexto da cena ou aparece como parte do cenário. No filme “O show de Truman”, essa ação em filmes é explorada de maneira bem humorada e crítica, cada vez que os personagens mostram um produto diretamente para a câmera, configurando mais como merchandising. Foram mostrados 60 produtos que rendeu ao filme R$ 250 milhões de dólares.

Como iremos ver no vídeo abaixo, algumas curiosidades sobre o cinema e ações de product placement:

  • O 1º filme a ter uma ação de product placement foi em 1919, “The Garage”  filme do cinema mudo, onde aparecia o cartaz de um posto de gasolina
  • Em 1927, o primeiro ganhador do Oscar, “Wing”, mostrava o personagem mordendo um chocolate Hershey´s
  • Em 1980, a mesma Hershey´s pagou milhares de dólares para ter seu produto no filme trama ET, de Steven Spilberg
  • Os filmes até agora que tiveram mais product placement foram: “A Ilha” com 35 marcas e “Transformes – a Vingança” com 45 marcas.

Confira as outras curiosidades no vídeo abaixo:

Fontes: Portal A a Z , blog Objethos

O poder do buzz marketing

Não há receita de bolo para o viral. Muitas agências prometem um “viralzinho”. O viral só será sucesso se for impulsionado por dois fatores: criatividade e buzz marketing.

E o que é o buzz marketing? O buzz marketing é quando uma marca vai parar na boca do consumidor e tem grandes proporções de comentários, visualizações e buxixos na internet. Existem vários livros que desmistificam o que é e como fazer buzz marketing. Mas repetimos o começo do post: não é uma receita de bolo. Como esse abaixo:

Um exemplo é a Apple. Todo lançamento da marca há sempre milhares de buzz marketing que antecedem a chegada do produto. Com isso a marca ganha muita publicidade gratuita.

O exemplo mais recente e criativo que nós da Chilli Comunicação vimos e ficamos com “inveja branca” (como diz Olivetto)  de não ter criado, é o buzz marketing da T-Mobile. Um vídeo de oportunidade  criado pela Saatchi& Saatchi London para a marca na semana do casamento real:

Uma curiosidade, os sósias da realeza britânica foram todos recrutados no Facebook e o vídeo teve 19.013.167 acessos até agora.  Show, né?

A diferença entre site, minisite e hot site

Acabei de ler esses conceitos no livro Marketing na Era Digital, da Martha Gabriel, e achei interessante dividir as informações com os leitores do nosso blog.

Vou passá-las em linhas gerais:

Site – plataforma com conteúdo organizado de forma a serem encontrados facilmente. A alma do site é composta por: arquitetura de informação, foco na organização dos conteúdos, seções bem definidas e produtos ou serviços bem detalhados. Um site pode ser institucional, comercial (e-commerce), promocional, informativo etc. Ex: http://www.chilli360.com.br

Minissite – Sites criados para conteúdos verticais (conteúdos de um só assunto) , com tema restrito, focado em um público específico. Os minissites ao utilizados como parte de grandes portais/sites, podendo ser menor, com layout diferenciado e voltado para informação. Ex: http://www.chilli360.com.br/minisites/branding

Hotsite – Sites curtos, criados com prazo de validade determinado, não durando mais que alguns meses. Assim como o minissite, o foco é restrito, mas o conteúdo é persuasivo, voltado para o promocional seja de produtos, serviços ou eventos. O visual do hotsite é bem diferenciado do site ou portal. É focado no seu objetivo mercadológico. Ex: http://www.itaucultural.org.br/ocupacao

Gostou da dica? Terça-feira que vem tem mais. Até lá. E não se esqueça que na quinta-feira a dica é do @tchelo_pereira.

Faça social training

O que é o social training? Nada mais é que a versão 2.0 do media training. Um treinamento para alta diretoria e staff, envolvidos e preparados para ser o porta voz da empresa em eventos ou situações que necessitem de um.

No treinamento a empresa aprende a como se comportar em coletivas, a lidar e entender a mídia. No caso do social training é conhecer e saber usar as mídias sociais corporativamente, e por que não, pessoalmente?, lembrando que carrega um sobrenome corporativo.

São inúmeros casos que temos visto de funcionários, ou terceiros, que usam a mídia social para uma marca ou empresa e comentem gafes (ou #fail) e acabam manchando a reputação digital das empresas.

Um dos mais antigos, porém sempre lembrado é o caso da Locaweb. A empresa tinha acabado de fechar patrocínio com  São Paulo e o executivo tweetou em seu (ex) twitter:


Acabou sendo despedido na segunda-feira seguinte.

Tem também, o caso recente da Sonia Abrão e o tsunami no Japão que destratou um seguidor:


Fatos como esse não podem acontecer em contas corporativas ou pessoais. Tem que ter cuidado com o que se escreve nas redes sociais. Depois que clicou em enter a mensagem está na rede, não adianta deletar. Alguém já printou e salvou o #fail.

Por esse motivo, nós da Chilli Comunicação batemos sempre na tecla e oferecemos social training ao nossos clientes. Não basta só planejar e produzir bom conteúdo. É preciso que a “casa” toda esteja preparada para ter boa reputação digital.

Chilli apoia o desarmamento

A agência  Chilli entende que é papel da comunicação mudar hábitos e abrir mentes. Não só para lançamentos de novos produtos, mas por questões sociais que digam respeito ao ser humano.

Por esse motivo é que usamos a nossa melhor arma, a criação, para promover o desarmamento. O Instituto Sou da Paz organizou a semana contra o desarmamento (de 11 à 14/04)  e o juntamente com o blog A Vida Como a Vida quer, convocou blogs que os auxiliem na luta para menos armas e mais vidas.

Além da campanha de conscientização, o Instituto Sou da Paz fará em parceria com a Prefeitura Municipal de São Paulo, a Guarda Civil Metropolitana e Polícia Militar, em M´Boi Mirim região dos bairros São Luis e Jardim Ângela, a troca simbólica de armas de brinquedos por outros brindes como livros, gibis, quebra cabeças, ursos de pelúcia para as crianças. Já para os adultos, a campanha constante de entrega voluntária e informações sobre a importância do desarmamento, tem a indenização que vai de R$ 100,00 à R$ 300,00 dependendo do tipo de arma.

As peças abaixo foram criadas em cima da proposta da campanha: troque arma por brinquedo. A equipe criativa optou por usar o elemento principal como fator criativo.

Ficha Técnica:
Peça: anúncio
Diretor de Criação: Marcelo “Tchelo” Pereira
Diretora de Arte e redação: Priscila Godoy
Criação e redação: Marcos Lavelli Junior

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O que é Realidade Aumentada?

Ainda pouco usada em ações no Brasil, a Realidade Aumentada, é o uso de elementos virtuais à realidade física para aumentá-la, segundo Martha Gabriel em seu livro Marketing na Era Digital.

O uso de realidade aumentada tem sido utilizado até em filmes sem que  nos dessemos conta que tal artifício tecnológico fosse Realidade Aumentada.  É o caso do robô de O Exterminador do Futuro, quando Arnold Schwasnegger “escaneia” a pessoa e coloca camadas digitais sobre ela.

Outro exemplo legal, é a ação ligada ao mobile que o Bradesco fez para o Iphone 3.  Veja o vídeo abaixo:

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