InMidia Digital – reposicionamento estratégico focado no mercado

Essa semana, falaremos, no ChilliMercado, sobre a produtora IN MIDIA DIGITAL ,antes chamada de Playtec Vídeo, que surgiu de um reposicionamento estratégico com um novo foco: o mercado Digital Signage e o online.

Recentemente de portas abertas e tendo à frente os sócios (e pai e filho) Fernando Mira e Fernando Lucas, a IN MIDIA atuará em todo território nacional, com ênfase nos mercados de São Paulo e interior paulista. O nome IN MIDIA surgiu da ideia da comunicação direta dentro dos estabelecimentos com conteúdo empresarial, treinamento, institucional, entre outros e, para quem acha que é apenas mais uma produtora surgindo nesse mercado competitivo, os quase 30 anos de profissão de Fernando Mira transparecem a experiência e Know Hall no segmento.

Segundo Fernando Lucas, responsável pelo departamento comercial: “A tecnologia, de um ano e meio para cá, mudou muito. Equipamentos ficaram mais viáveis, as tecnologias de compressão dos vídeos também acompanharam essa evolução, sendo assim, o cliente está cada vez mais exigente”.

Para o planejamento de 2012, além de buscar novos clientes, principalmente nos grandes mercados, foi traçado metas de expansão dos segmentos de atuação. Para que isso acontecesse de forma regrada e padronizada, a reformulação de toda identidade corporativa era necessária.

                “Além do contato pessoal que temos com o pessoal da agência e já saber das suas qualificações, vimos um material deles criado para um cliente em comum, o que chamou nossa atenção. Precisávamos de uma marca não apenas forte, mas conceitual e que transmitisse nossos objetivos. Queríamos centralizar a essência dessa nova marca não apenas no logotipo, mas também, em todo material da produtora e em todos os braços de atuação [institucional, comercial de TV, clipe musical, making of, política e agora digital Signage]”, ressalta Fernando Lucas.

A Chilli360 assina a criação da nova identidade corporativa, assim como site e press.

Fernando Lucas Mira – InMidia Digital

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Comunicação de resultado!

Criar comunicação de resultado, com olhar no resultado para o cliente é parte estratégica do nosso planejamento 360 graus.

Neste mês de Agosto, por enquanto, cinco identidades institucionais criadas pela Chilli Comunicação irão para o mercado. E quando falamos em marcas, falamos em processo de gestão de marcas, do envolvimento a empresa ao estudo dos consumidores, testes sensoriais, onde cada marca passa por processos diferentes de aprovação e experiências.

No departamento digital, oito projetos de web sites serão lançandos até o final de setembro.
Estes por sua vez, vão além de um belo layout. Estão centrados na navegabilidade do site, arquitetura de informação, interação com mídias sociais,  praticidade e a administração do conteúdo. Relatórios de visitas fazem parte do acompanhamento do projeto. O cliente deve saber quais páginas são mais visitados, o tempo de permanência e outros hábitos do visitante. Informações importantes analisadas pelo departamento de inteligência digital.

Quer saber mais sobre nossos projetos? Quer ficar antenado na boa comunicação? Siga @chilli_com e curta nossa página no Facebook.

A Importância de se reposicionar e se atualizar como marca

 

Por Tchelo Pereira*

Falar que as mídias sociais estão ganhando espaço é coisa do passado. Geolocalização, páginas corporativas, comunicação fulltime, diários online, busca por referências, novos contatos, network, namoro, enfim, o mundo virtual pode ser considerado um novo território, fazendo parte inerente do nosso cotidiano. Os meios fervilham informações sobre tudo isso, e existem ainda aqueles que não aderiram a esse novo mundo. Há um tempinho,  li no M&M que “essas novas mídias” são um buraco negro na nossa comunicação, que não sabemos um fim, e não podemos confirmar.”

Bom, analisando esses novos meios e as oportunidades e posicionamento de empresas no mercado, eu discordo do comentário que li. Pode ser até que seja febre momentânea, mas pense, o ICQ era febre e evoluímos pro MSN,  evoluímos pra Orkut,  pra twitter, face, foursquare, e não para por ai. Os mais despretensiosos diriam q é evolução tecnológica e blábláblá, eu digo que é evolução econômica. Se os meios mudam a população adere ao novo como se fosse camaleões, com isso, produtos e marcas também se adequam, afinal, ninguém quer perder consumidor, pelo contrário, esses meios geram oportunidades para buscar novos públicos, inclusive o interno, público base para um posicionamento forte. Sendo assim, entro no que venho pra falar: reposicionamento das marcas.

As marcas estão se atualizando de acordo com a necessidade do consumidor. Fato! Reposicionamento? Lógico, e mais que isso, são necessidades estratégicas para não perder o consumidor e a tira-colo tentar ganhar espaços e novos consumidores. Reposicionamento de marca é elaborar estratégias, balancear aspectos emocionais, aqueles que geram necessidade no consumidor, e o racional, que são os objetivos reais, o tangível. Isso é branding.

Reposicionar uma marca, vai além de criar uma nova identidade institucional, um logotipo. Reposicionar uma marca é 100% planejamento, da criação a estratégia, da exposição online a offline. É buscar inspiração e a sensibilidade do consumidor, virtudes dos produtos, objetivos da empresa, é verificar problemas, necessidades, tomar decisões. É unificar tudo em uma linha criativa e implantá-las.

Exemplos claros e recentes de reposicionamento de marcas são muitos: O Boticário, Topper, Starbucks e até mesmo a tão comentada marca da Lupo (que gerou um post a parte), são exemplos de que necessidade de venda e adequação ao público são fatores imprescindíveis.

Ai entra uma questão particular e bairrista. Um problema que sofremos e vale lembrar. Todos falam que o mercado do interior é excelente e rico mercado para ser explorado. Realmente a palavra certa é PARA SER EXPLORADO, tipo os bandeirantes quando chegaram no Brasil: Facão, a força e impondo. O mercado aqui não tem aceitação como todos dizem, o mercado é bairrista, é duro na queda. Empresas grandiosas com pensamento pequeno que acham que o certo é a política que trabalhou há 20 anos atrás, ou, forte influência de um passado recente que não aderiu ao novo. Empresas pequenas que surgem e aceitam o novo, nem sempre possuem o investimento necessário, ou preferem empresas familiares. Ai o que você faz? Vira um camaleão e aceita ser submetido a esse tipo de mercado ou busca um novo mercado que é tão grande quanto suas idéias?

Tchelo Pereira é Diretor de Criação  e Planner na Chilli Comunicação.

Tudo novo

A Chilli Comunicação dá um novo passo no mercado. Sempre mantendo a comunicação de resultado como foco no nosso planejamento, a partir de agora, oferecemos às marcas e serviços comunicação integrada em mídia tradicional e digital.

Nosso planejamento não é fragmentado, pois acreditamos que a linha de comunicação deve ser única, porém realizada e disseminada na urgência desses tempos 2.0. Uma era em que sua marca já é falada e comentada em redes sociais, canais de compartilhamento de vídeo, comunidades, fan pages, blogs e microblogs.

A criação e gerenciamento de marca que fazemos desde o início do nosso surgimento é levado também para a esfera digital. Com um plus a mais: ferramentas que monitoram e mensuram como sua marca foi mencionada, por quem foi mencionada e qual o nível desta menção: positivo, negativo ou neutro.

Afinal,  a relação da Chilli Comunicação com os clientes é de total parceria. Seu problema de comunicação é problema nosso.

 

 

Você sabe realmente o que é “branding” ?

Esse texto foi extraido do site Webinsider, portanto, todos os créditos são para os profissionais do site, entre elas “Monica Sabino”. Nosso objetivo com ele, é divulgar o que é o correto e como deve ser empregado essa “palavrinha” que muitos usam apenas para deixar textos bonitos ou engrandecer defesas de projetos.

Mas o que é branding, afinal?

O termo branding é mal compreendido e está sendo usado para explicar qualquer coisa. No entanto, atrair consumidores para a sua marca é o trabalho mais relevante que um profissional de marketing pode fazer.

De uns tempos para cá, em toda parte começou a aparecer o termo branding, a buzzword preferida dos marketeiros. Tudo é uma questão de branding, ações de marketing viraram ações de branding, as justificativas de se estourar o orçamento deste mês são, sem dúvida, um problema de branding, e até algumas agências de design viraram agências de branding.

No começo desse mês, eu li no Branding Strategy Insider esse post, que fala sobre como o branding está precisando trabalhar no seu próprio branding.

Eu explico. O abuso do termo não é exclusivo dos brasileiros, e tem causado irritação e frustração nos outros profissionais (que não os de marketing) nas empresas. Porque na prática, como o termo branding está sendo usado para explicar qualquer coisa, tem virado piada e sinônimo de blá-blá-blá. Quando foi que a palavra virou algo misterioso que não sabemos bem a que se refere?

Uma marca ou brand é a percepção dos consumidores sobre um produto, serviço, experiência ou organização. Não o que os profissionais de marketing pensam que a marca é, mas o que ELES, os consumidores acham que ela é.

Portanto, por princípio, não existe marca em um escritório de design. Ou num boardroom. A marca está nas ruas, nas casas, sendo vivida e experimentada. O design, o sistema de identidade de uma marca, é sim, importantíssimo, crucial. É a estratégia em forma visível, como dizia o pioneiro Wally Ollins. Mas não é a totalidade do que é a marca.

Para a American Marketing Association, branding não é fazer com que um consumidor escolha uma marca ao invés da marca concorrente. É fazer com que um potencial consumidor perceba a marca como a única solução para o que ele busca. A única escolha lógica para o que ela está oferecendo. Branding é um sistema de comunicação que deixa claro porque a marca importa. É achar e comunicar algo que atraia os consumidores para a marca, ao invés de você ter que caçá-los de modos, algumas vezes, bem caros.

E não adianta ser apenas diferente. Diferente é ótimo, claro. Nossa atenção vai direto para o que é diferente. Tem que ser relevante. Tem que ser solução. E não porque eu digo, mas porque o consumidor, o usuário está dizendo.

Branding é atrair esses consumidores para a sua brand. É o trabalho mais relevante e de maior ROI que um profissional de marketing pode fazer. Branding te faz saber o que dizer antes mesmo de que você abra a boca. Portanto o diretor financeiro tem que cobrar o bom branding, porque ele aumenta as chances de retorno do investimento na marca. E não ter medo de quando o diretor de marketing usa a palavra de modo enigmático.

Da próxima vez que ouvir o termo mal-utilizado, passe a mensagem para frente. Pergunte o que o consumidor achou. Pergunte como isso torna a marca a escolha lógica. Como isso atrai os consumidores para que não se tenha que caçá-los. Para que quando formos falar de branding, falemos de verdade, que o assunto é importante.

Por Monica Sabino
15/07/2008
http://webinsider.uol.com.br/2008/07/15/mas-o-que-e-branding-afinal/