Tagboard, ferramenta para monitorar hastag

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Primeiro foi o Twitter, depois o Facebook e a mania de usar hashtag para dar ênfase em um determinado assunto não para de crescer.

O monitoramento de hashtag (#) era possível, porém, um pouco limitado nas ferramentas de buscas. Mas agora, acabou de  ganhar um aliado de peso, o Tagboard.

Essa ferramenta permite que se busque por hashtags no Instagram, Twitter, Facebook, Alpha, Vine e Google Plus. A ferramenta traz todas as menções que foram feitas na # buscada. Esse da foto é um exemplo. Buscamos por #protestosp e como resultado trouxe todos os arquivos e imagens de pessoas que usaram para marcar suas publicações.

Você pode simplesmente buscar a hashtag que deseja ou criar a sua conta, linkando com seu twitter ou perfil no Facebook. O único porém para essa ferramenta é que, ainda, não há a tão querida estatísticas, que nós, profissionais de social media gostamos tanto. Com certeza devem implantar em breve.

Mas vamos combinar que é uma mão na roda para nosso monitoramento, não?

Post publicado originalmente por Marcia Ceschini no blog  Ceschini Digital

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Por que as empresas não usam social media?

Há uma série de especulações do porque as empresas não usam social media. Dentre as principais causas estão o desconhecimento de muitas sobre o que é social media, seguido do receio do que é dito sobre elas nas redes sociais.

Chama-se social media, porque através das novas plataformas: Twitter, Facebook, Linkedin , Foursquare, a marca ou a empresa tem um ganho, seja ele de visibilidade, relacionamento, promocional ou comercial com o consumidor. Mas para que isso aconteça é primordial que se estabeleça uma interação entre marca e consumidor. E esse consumidor e seus amigos se comunicam em redes sociais de interesse em comum, independente se estão (ou não) próximos geograficamente.

A sugestão que damos é conheça as redes sociais, use de maneira pessoal. Só com o uso o pré conceito e o medo sobre a social media, irá desaparecer. As regras para marcas/empresas são mais rígidas. O usuário não quer ser incomodado e invadido no seu espaço. É preciso que a marca/empresa respeite o usuário e o aborde de maneira educada, gentil.

A comunicação digital se diferencia da tradicional nisso. A abordagem não é mais de massa, é individual, é direta. A marca/empresa fala diretamente com o usuário/consumidor e estabele diálogos. Jamais use social media para falar só do seu produto/marca.  O consumidor quer ser inserido no contexto. Crie histórias, fale sobre o universo e o segmento que você atua. E observe. As chances de sucesso das marcas/empresas que ouvem e oferecem a comunicação que o consumidor deseja são muito maiores do que aquelas que falam exaustivamente só dos seus produtos e preços.

O braço digital da Chilli Comunicação trabalha em cima de cinco conceitos principais: relacionar, ouvir, dialogar, monitorar e mensurar. Além do item essencial: planejamento com foco no resultado. Para 2012, considere ampliar o leque da sua comunicação de marca.

Por que seguir marcas nas redes sociais?


A Gaia Creative postou ontem no twitter, um infográfico da pesquisa que o blog Get Satisfaction publicou.

O infográfico analisa quantas fanpages as pessoas curtem em média,  o que acontece quando as pessoas seguem as marcas, como influenciam outras pessoas por suas escolhas e quais as marcas mais populares no Facebook e twitter.

Iremos nos concentrar só nessa imagem que ilustra o post: Quais as principais razões para pessoas seguirem marcas?

Porcentagens que seguem no Facebook:

  • 36,9% – Ofertas especiais ou negociação
  • 32,9% – é Cliente
  • 18,2% – Conteúdo interessante ou divertido
  • 6,2% – Os amigos são fãs
  • 5% – serviço, suporte ou novos produtos
  • 0,7% – outros motivos

Porcentagens que seguem no Twitter:

  • 43,5% – Ofertas especiais ou negociação
  • 23,5% – é Cliente
  • 22,7% – Conteúdo interessante ou divertido
  • 6,3% – Os amigos são fãs
  • 3,5% – serviço, suporte ou novos produtos
  • 0,7% – outros motivosEm ambas  redes sociais o que predomina são as característas: já é cliente, vai atrás de um bom conteúdo (interessante ou divertido), espera ofertas e descontos especiais e tem a influência dos amigos na escolha. Ou seja, se seu planejamento digital considerar esses fatores,  sua marca terá meio caminho andado para o sucesso nas mídias sociais.

    Lembre-se que só falar da sua marca é cansativo e fica auto propaganda demais. Que tal incluir informações e notícias interessantes do seu segmento para ilustras as postagens e tweets? Uma enquete na fanpage também pode lhe ajudar a mostrar se está no caminho certo da interação.

    Tem mais dúvidas? A Chilli Comunicação pode lhe ajudar com um planejamento digital focado no seu problema de comunicação.

Perfil ou Fan page?

A Samantha Shiraishi começou uma discussão legal no Facebook: “serei a única pessoa que prefere curtir marcas e não ser amiga delas no Facebook?” Mais de 200 pessoas já votaram e está ganhando com 116 votos a opção: “no caso de marcas , prefiro fan pages a perfis pessoais”.

Tudo começa em um equívoco quando a marca, loja ou produto faz uma página no Facebook sem ler. As regras são claras: marcas, empresas devem fazer um perfil comercial, uma página. Simplesmente porque marcas não possuem amigos, possuem adoradores, simpatizantes, seguidores mesmo no caso em que o consumidor é um advogado da marca.

No caso da Chilli, nossa Fan page é que promove a interação com nossos seguidores e pessoas que curtem a agência comentam ou clicam no botão curtir a cada atualização nossa. Optamos também por integrar nosso twitter na Fan Page e toda publicação que fazemos na Fan Page vai para nosso microblog.

Uma dica, para criar a Fan Page é preciso ter um perfil pessoal e ainda não há limites de quantas páginas um perfil pode administrar. Portanto, agora você já sabe, marca/produto ou loja tem seguidores, não amigos.

Advergame como estratégia de marketing digital

Já ouviu falar em advergame? Se já, bacana…. se não, discordamos. Apostamos que sim. Quem nunca ouviu ou viu os famosos FarmVille do Facebook ou o Colheita Feliz do Orkut? Para citar os mais conhecidos.

Temos “n” exemplos: Mafia Wars, it Girl, esses também do Facebook.  E por falar nele, uma das redes sociais com mais games atualmente, mais de 200 milhões de usuários jogam os social games. Aposto que todo  dia (você que tem perfil na rede social) já recebeu dezenas de convites dos amigos para um dos 19 jogos que eles oferecem. Sem contar os novos que surgem a cada dia.

Advergame vem da junção das palavras: AD (adversting = propaganda) e Game (jogos) . As marcas, sabiamente, tem se “apoderado” dessa mania nas redes e feito um trabalho de criar jogos com sua marca ou produto, ou inserir a marca no jogo, como a moeda verde na Colheita Feliz (ação da Kraft Food para o Bis Limão), fazendo com que  o usuário chame seus amigos para jogar, permitindo grande interação com a marca.

A grande proposta do Advergame é gerar experiência ao consumidor através de entretenimento na página da marca/produto ou em redes sociais que tenham a ver com seu público alvo. Por isso, para que o advergame tenha resultado satisfatório, como toda boa ação de marketing digital, deve ser discutido exaustivamente no planejamento. Em que se considera target, idade, resposta aos estímulos do jogo, buzz marketing e publicidade (informações espontâneas e grátis) entre outros  itens.

A Importância de se reposicionar e se atualizar como marca

 

Por Tchelo Pereira*

Falar que as mídias sociais estão ganhando espaço é coisa do passado. Geolocalização, páginas corporativas, comunicação fulltime, diários online, busca por referências, novos contatos, network, namoro, enfim, o mundo virtual pode ser considerado um novo território, fazendo parte inerente do nosso cotidiano. Os meios fervilham informações sobre tudo isso, e existem ainda aqueles que não aderiram a esse novo mundo. Há um tempinho,  li no M&M que “essas novas mídias” são um buraco negro na nossa comunicação, que não sabemos um fim, e não podemos confirmar.”

Bom, analisando esses novos meios e as oportunidades e posicionamento de empresas no mercado, eu discordo do comentário que li. Pode ser até que seja febre momentânea, mas pense, o ICQ era febre e evoluímos pro MSN,  evoluímos pra Orkut,  pra twitter, face, foursquare, e não para por ai. Os mais despretensiosos diriam q é evolução tecnológica e blábláblá, eu digo que é evolução econômica. Se os meios mudam a população adere ao novo como se fosse camaleões, com isso, produtos e marcas também se adequam, afinal, ninguém quer perder consumidor, pelo contrário, esses meios geram oportunidades para buscar novos públicos, inclusive o interno, público base para um posicionamento forte. Sendo assim, entro no que venho pra falar: reposicionamento das marcas.

As marcas estão se atualizando de acordo com a necessidade do consumidor. Fato! Reposicionamento? Lógico, e mais que isso, são necessidades estratégicas para não perder o consumidor e a tira-colo tentar ganhar espaços e novos consumidores. Reposicionamento de marca é elaborar estratégias, balancear aspectos emocionais, aqueles que geram necessidade no consumidor, e o racional, que são os objetivos reais, o tangível. Isso é branding.

Reposicionar uma marca, vai além de criar uma nova identidade institucional, um logotipo. Reposicionar uma marca é 100% planejamento, da criação a estratégia, da exposição online a offline. É buscar inspiração e a sensibilidade do consumidor, virtudes dos produtos, objetivos da empresa, é verificar problemas, necessidades, tomar decisões. É unificar tudo em uma linha criativa e implantá-las.

Exemplos claros e recentes de reposicionamento de marcas são muitos: O Boticário, Topper, Starbucks e até mesmo a tão comentada marca da Lupo (que gerou um post a parte), são exemplos de que necessidade de venda e adequação ao público são fatores imprescindíveis.

Ai entra uma questão particular e bairrista. Um problema que sofremos e vale lembrar. Todos falam que o mercado do interior é excelente e rico mercado para ser explorado. Realmente a palavra certa é PARA SER EXPLORADO, tipo os bandeirantes quando chegaram no Brasil: Facão, a força e impondo. O mercado aqui não tem aceitação como todos dizem, o mercado é bairrista, é duro na queda. Empresas grandiosas com pensamento pequeno que acham que o certo é a política que trabalhou há 20 anos atrás, ou, forte influência de um passado recente que não aderiu ao novo. Empresas pequenas que surgem e aceitam o novo, nem sempre possuem o investimento necessário, ou preferem empresas familiares. Ai o que você faz? Vira um camaleão e aceita ser submetido a esse tipo de mercado ou busca um novo mercado que é tão grande quanto suas idéias?

Tchelo Pereira é Diretor de Criação  e Planner na Chilli Comunicação.