Para quem gosta de Branding, como eu, segue uma eterna guerra de 100 anos.

Se a pergunta é, “Isso é real?” A reposta seria, “quase sim!”
Esse gráfico, não tem nenhuma explicação conceitual, cientifica, financeira, como o próprio site do Brainstorm (de onde foi retirada essa frase e essa imagem) comenta, mas é algo que se torna muito curioso.

O gráfico não é 100% real, inclusive, existe uma versão, nos primórdios da Coca-Cola, onde foi chamada de Coke, essa marca não foi aceita, durou apenas 72 ou 73 dias. Pode-se dizer que uma marca forte cresceu e ao longo de aproximados 100 anos praticamente não mudou. Foi aprimorada, onde curvas foram suavizadas e elementos foram retirados.

Existe opniões para todos os gostos e “sabores”. Que a Coca tem um gosto caramelizado ou a pepsi tem gosto de remédio, ou mesmo que a Coca é utlizada para desentupir pias, enfim, opniões sempre existiram. A aceitação vai depender do ponto de vista de cada um. Se é verdade ou mentira, depende. E por falar em opiniões, eu vou deixar a minha sobre essas mudanças na marca.
A minha opinião pode não ter cunho didático, uma vez, que ainda não consegui fazer a pós e mestrado sobre branding, que tanto quero. Mas vamos lá. Como dizem, Coca-Cola sempre será a Coca-Cola. Acho que este jargão, dito por muitos, inclusive por você, representa o que a marca sempre foi nesse século de vida: clássica. Por mais que tentou lançar produtos, como foi o caso da CokeZero, o seu produto principal sempre foi a própria Coca-Cola. Já a Pepsi, eu consideraria como oportunista de mercado. Em palavras mais simples, modista. E em palavras mais conceituais, como formadora de Trends. Ai vem a pergunta, uma marca forte não se muda? Apenas se adapta? A Coca-Cola mudou. Mas mudou pouco, é um dos melhores exemplos de branding bem construído, graças a uma publicidade massiva e constante. A Pepsi pode ser chamada de produto de geração. Sempre que ocorre uma mudança comportamental ela se adequa, ou cria produtos para capturar essas fatias. Para quem achava que uma marca era simplesmente um “deseinho com nome” não imagina a estratégia que se tem e faz, para conseguir mercado e alavancar vendas. Ou seja, enquanto a Coca aposta no tradicionalismo de uma imagem forte, a Pepsi já se mostra maleável ao modismo e as novas gerações.

Então pra quem diz que time que ta ganhando não se mexe, acho que deveria rever alguns conceitos.

Tchelo.

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